quinta-feira, 9 de julho de 2015

Dois jogos para o Tite mostrar se é técnico de verdade!

Nação,
Existem jogos e jogos.
Existem momentos.
E existem técnicos que entendem sobre isso, que sabem fazer a leitura correta.
Existem outros que não.
Temos dois jogos fundamentais pela frente.
Hoje contra o Atlético PR, e principalmente domingo contra os mulambos.
Eles venceram ontem, com show do Guerrero.
O clima que era de desânimo se transformou. Hoje, a euforia é total. Já falam em lotar o Maraca.
Se não vencermos hoje, vamos fragilizados domingo.
E se não vencermos domingo, vamos agigantá-los, e trazer a crise para o nosso lado.
Porque a torcida vai se sentir orfã do Guerrero. E a cobrança vai aumentar sobre o elenco.
Um técnico de verdade enxerga isso, e transforma seus jogadores em guerreiros, para que eles também entendam, e entrem em campo pilhados, para trazer a vitória custe o que custar.
Mas já tivemos situações parecidas que não foi isso que aconteceu. Tite preparou o time para empatar, porque para ele mais importante que a vitória é o respeito pela 'grandeza do adversário'.
Se entrar assim hoje, complica. Se manter isso para domingo, tragédia a vista.
Essa é a oportunidade do Adenor provar se merece realmente ser técnico do maior de todos.
Não se acovarde Tite! Aqui é Corinthians.
E domingo estarei no Maraca, e não vou aceitar nada além da vitória!
Valeu!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Ticket médio do "Time do Povo"!!

Nação,

Felizes com a vitória no clássico, lógico, mas não podemos fechar os olhos para as coisas erradas que vem acontecendo no nosso Corinthians.

E a principal delas envolve a administração da nossa arena. Mais especificamente a política de ingressos, extremamente abusiva, e que vem criando um apartheid dentro de nossa torcida, um processo de elitização que caberia em qualquer clube, menos naquele que nasceu do povo para o povo.

Peguei três jogos deste final de semana para comparar o ticket médio, e lógico, o nosso é disparado o maior:

Corinthians x Santos 
Público: 31.089  -  Renda: R$ 1.886.861,00 - Ticket médio: R$ 60,69

Grêmio x Inter
Público: 46.437  -  Renda: R$ 1.829.334,16  - Ticket médio: R$ 39,39

Palmeiras x Atlético MG
Público: 24.368  -  Renda: R$ 602.520,00 - Ticket médio: R$ 24,72

O valor médio dos ingressos cobrados pelo Corinthians junto a sua fiel torcida é 54% maior que dos gaúchos, e 145%, ou seja, quase três vezes maior que do nosso rival porquinhos.

Esse que é o time do povo?

Pagar a arena sim, elitizar e descaracterizar a torcida não!

Ainda tem o fato de não ter gratuidades nem para crianças e nem para idosos. Falta de respeito e de preocupação com o futuro da torcida.

Com um ticket médio de R$ 45,00, que já seria o maior do país, teríamos casa cheia e renda superior a R$ 2 milhões. Custa flexibilizar um pouco???

O que vem acontecendo além de abuso é burrice.

E isso precisa parar.

Acorda fiel!

Valeu!

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Circo STJD transforma Petros em criminoso. E o Renato Cajá??

Nação,

O circo STJD puniu nesta tarde o Petros, atendendo a fome de sangue dos inquisitores da mídia podre, por 180 dias.

Num lance ocasional, em que ele tocou a bola e correu se projetando para a tabela com o Guerrero, que perdeu a bola, fazendo com que ele mudasse a trajetória, e no caminho, ao ser tocado pelo jogador santista, acabou indo de encontro ao árbitro e acertando suas costas com o braço.

Foi isso que aconteceu. Mas as imagens dão outra conotação. Devidamente trabalhada e elevada a nível de crime hediondo pela imprensa, pelos especialistas de plantão, e para minha decepção, por boa parte da torcida corinthiana, que parece também já contaminada pela mídia anti.

O clube não o defendeu do massacre midiático. Mano quando teve a oportunidade piorou as coisas, dizendo que ele fez bobagem. Nem ouviu o seu próprio jogador. No tribunal então, a defesa foi circense, de acordo com o que a casa manda, e nada além do que se podia esperar do advogado mais ridículo entre todos os clubes do país. Zanforlin deveria se candidatar a auditor do STJD, pois tem o mesmo perfil dos palhaços que lá habitam.

Bom, os baluartes da moral e da justiça puniram o Petros alegando agressão, e dizendo que nada poderiam fazer se a pena era muito dura. É mesmo? Não poderiam? Será?

Então porque não fizeram o mesmo no caso abaixo?

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/vitoria/noticia/2013/03/tecnico-caio-junior-e-meia-renato-caja-sao-suspensos-pelo-stjd.html

Agressão devidamente relatada pela vítima, o juíz, NO DIA, não depois por ordem do procurador palhaço Schimit. E sabem o que aconteceu? Isso:

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva decidiu, na tarde desta sexta-feira, suspender por duas partidas o meia do Vitória Renato Cajá.
Cajá foi incurso duplamente no artigo 254-A § 3º - “praticar agressão física. Se a ação for praticada contra árbitros, assistentes ou demais membros de equipe de arbitragem, a pena mínima será de suspensão por 180 dias”. Somadas, as penas poderiam chegar a 360 dias de gancho.
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/vitoria/noticia/2013/03/tecnico-caio-junior-e-meia-renato-caja-sao-suspensos-pelo-stjd.html
Pois é, o cara agrediu o árbitro, nesse caso não foi ocasional, não foi esbarrão, não foi acidente, FOI AGRESSÃO pura, tendo que ser contido por outros jogadores, e mesmo assim, o circo STJD lhe deu apenas 2 partidas quando a previsão era de 360 dias.
Motivo: NÃO É JOGADOR DO CORINTHIANS. NÃO GERA MÍDIA. NÃO DESPERTA ÓDIO DOS ANTIS, NÃO TRANSFORMA AUDITORES EM CELEBRIDADES.
Nosso advogado, Zanforlin, aquele que os gênios da Lusa escolheram para defendê-la e só serviu para ir mais rápido para o buraco, nem se deu ao trabalho de levar esse caso. Porque certamente nem sabia disso.
E nossos dirigentes, omissos, precisam tomar vergonha na cara e defender o clube do ataque dos carniceiros da imprensa e dos oportunistas do STJD.
Mas o que esperar de uma diretoria que cobra ingressos exorbitantes, tem o maior faturamento do país, e o nome do clube é jogado na lama por atrasar impostos? Nada!
Que a torcida faça sua parte e pare de se levar pela imprensa corrupta e podre que só quer o nosso mal. 
Acorda Fiel!
Sem valeu!

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O que começa errado...


Nação,

Sobre o vexame da nossa Seleção ontem, vamos voltar ao início:

Últimos jogos do Mano pela Seleção:

15/8/2012 Brasil 3 x 0 Suécia
7/9/2012  Brasil 1x0 África do Sul
11/9/2012 Brasil 8x0 China
20/9/2012 Superclássico das Américas Brasil 2x1 Argentina
11/10/2012 Brasil 6x0 Iraque
16/10/2012 Brasil 4x0 Japão
22/10/2012 Superclássico das Américas Brasil 1x2 Argentina (Brasil campeão nos penaltys)
15/11/2012     Brasil 1 x 1 Colômbia

Ou seja, 6 vitórias, um empate, e uma derrota para a Argentina, mas que vencemos o título, o tal superclássico. E assim mesmo ele foi demitido, para entregar o cargo a um técnico decadente e que havia acabado de rebaixar um dos grandes clubes brasileiros, nossos rivais porquinhos. 

Uma coisa assim não pode dar certo.

Mano bateu cabeça na seleção, mas justamente quando ele estava no caminho, achando o time, o tiraram. Felipão entrou, se aproveitou da base, mas para fazer graça, mudou coisas essenciais que estavam dando certo, como por exemplo a presença de um meia e líder, que foi o Kaká, nunca mais chamado pelo treineiro de família. Outra invenção foi o Júlio César, por compaixão, quando na época tínhamos excelentes goleiros em ótima forma, como Jefferson, Vítor, Diego Cavalieri, Fabio e até o nosso Cássio. Apostou numa seleção sem armadores, sem líderes, confiando só no Neymar... só podia dar errado.

Mas o pior mesmo foi ficar refém do grupo campeão da Copa das Confederações. Fred não jogou mais nada desde aquela época, inclusive passando a maior parte no departamento médico. Jô também despencou, e mesmo assim se tornaram intocáveis. 

Mano tinha uma filosofia e uma visão. Ele sabia que precisava de um grupo com alternativas, por isso, mesmo não rendendo o esperado, não desistia de jogadores como o Pato, o Lucas bambi, o Jadson... ele sabia que precisava ter mais talentos a disposição caso o Neymar não rendesse.. já o Felipão sepultou esses caras de vez e apostou tudo na sua única estrela. Taí o resultado...

Enfim, o vexame é que não estava na conta, mas o fim já era esperado pelo que foi plantado. Seleção capenga, dependente de um único jogador, sem líderes, sem jogadores experientes, sem armadores, sem conjunto, sem nada. E principalmente sem técnico. 

Tudo fruto de uma administração incompetente, corrupta e formada por bandidos que só pensam nos interesses próprios, nas figuras do nefasto Del Nero e no podre e bambi Marin. 

Tiveram a chance de colocar o maior presidente de clubes da história desse país, nosso Sanchez, mas não quiseram, preferiram continuar com a sujeirada, então agora aguentem, mais anos ou décadas de decadência do ex-melhor futebol do mundo.

Triste demais, mas como ninguém se importa em mudar, não adianta chorar, porque é daí para pior.

E só para registrar especificamente sobre o vexame de ontem, entrar com o franguinho Bernard e manter Fred e Oscar, ao invés de colocar o habilidoso e raçudo Willian e o líder e clássico Paulinho, foi a gota d'água de um técnico que não sabe absolutamente nada do ofício que desempenha. 

Que volte nosso Corinthians que é o que de fato nos importa, e que a seleção, com essa gente, que se foda, infelizmente.

Valeu!

BRASIL 1 X 7 ALEMANHA
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 8 de julho de 2014, terça-feira
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Marco Rodríguez (MEX)
Assistentes: Marvin Torrentera (MEX) e Marcos Quintero (MEX)
Cartão amarelo: Dante (Brasil)
Gols:
BRASIL: Oscar, aos 44 minutos do segundo tempo
ALEMANHA: Muller, aos dez, Klose, aos 22, Kroos, aos 23 e aos 25,

 e Khedira, aos 28 minutos do primeiro tempo; Schurrle, aos 23 e aos
 33 minutos do segundo tempo
BRASIL: Júlio César; Maicon, David Luiz, Dante e Marcelo; Luiz Gustavo 
e Fernandinho (Paulinho); Bernard, Oscar e Hulk (Ramires); Fred (Willian)
Técnico: Luiz Felipe Scolari
ALEMANHA: Neuer; Lahm, Boateng, Hummels (Mertesacker) e Howedes;
 Schweinsteiger e Khedira (Draxler); Muller, Kroos e Ozil; Klose (Schurrle)
Técnico: Joachim Low


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Condenar os efeitos, mas atacar as causas!

Nação,
 
Minha relação com o Corinthians é totalmente passional, de forma que mesmo condenando os atos de violência do último fim de semana, não consigo sentir pena de quem está destruindo meu amado clube.
 
Refiro-me a administração, e por consequência, não tanto por culpa deles, também aos jogadores. A culpa deles é relativa, porque se tivessemos uma administração descente, atuante, ligada, o time não chegaria a esse ponto de draga que chegou, seja pelos problemas extra campos, de atrasos de salários, seja por displiscência administrativa, ao deixar a administração do elenco totalmente nas mãos de um técnico paneleiro e prisioneiro de lideranças maléficas, inexplicavelmente mantido até o fim do campeonato.
 
Nosso grande problema chama-se Mário Gobbi. Um caso a ser estudado, pois já pode ser considerado o pior presidente da nossa história, quando deveria ser o melhor, já que conquistou dois dos nossos principais títulos. O que confirma ainda mais sua patológica incompetência.
 
Pegou um clube estruturado, modelo para o mundo, com dinheiro transbordando, em sintonia e lua de mel com sua torcida, que mesmo considerada povão, foi a que pagou os ingressos mais caros desse país, proporcionando bilheterias padrão futebol europeu. Enquanto deixou a coisa andar no embalo da administração anterior, foi bem. Quando precisou colocar um pouquinho da sua marca, desandou.
 
E meu medo é onde isso vai parar. Atraso de salários? Como? Nem no tempo do velho ladrão Dualib isso acontecia. Falta de recolhimento de tributos e com isso a dívida quadriplicando? Que é isso?
 
Só por essas coisas esse presidente incompetente deveria ser escurraçado do clube.
 
E todo o nosso modelo vencedor e admirado no mundo inteiro, cadê? Acabou. Não temos mais marketing. Não somos mais modelo de nada.
 
Aí aparece a torcida e dá o gran finale com essa selvageria. Como disse, não concordo, também condeno, mas quando vejo a origem, não sei de quem fico com mais raiva.
 
Mário Gobbi é a causa. Deveria ter a ombridade de sair e deixar outros assumirem e tentar arrumar o estrago que ele causou. Porque assim como o Tite não iria conseguir nunca conduzir a renovação do elenco superado, ele também não vai conseguir sair do buraco que enfiou o clube.
 
Se o Conselho não se reunir agora e tentar resolver essa situação, a coisa só vai piorar. Não é torcida pelo caos, é constatação do óbvio.
 
Mano não vai conseguir fazer dentro de campo aquilo que é necessário, reformular esse elenco caro, desmotivado, velho, e agora pressionado. Não vai porque não tem respaldo da direção, do presidente. E as lambanças fora de campo vão continuar, com dívidas aumentando, prejuízos, atrasos..
 
Então, a única saída é tirar o Mário Gobbi. Deixamos o Dualib arruinar o clube por vários anos, não podemos repetir o erro, pois esse atual é muito mais letal que o velho ladrão, e só precisa de mais alguns meses para superá-lo.
 
Fora Gobbi, já!
 
Valeu!

domingo, 3 de novembro de 2013

A maldição do selinho!



Nação,
 
Logo mais entraremos em campo sob pressão, com a obrigação de vencer para não trazer de volta o fantasma do rebaixamento, símbolo de uma temporada que até o meio do ano era razoável e agora se mostra catastrófica.
 
Vencemos o campeonato paulista e a tal da recopa, mas fomos eliminados bisonhamente da Libertadores na qual eramos favoritos, e por isso o primeiro semestre já não pode ser considerado bom, apenas razoável.
 
Começou o Brasileirão, e o futebol Titeniano que já era ruim foi ficando cada vez pior. Mas mesmo assim, mesmo abaixo das expectativas, vinhamos razoavelmente bem no campeonato, e até a sua metade ainda éramos apontados como principal favorito.
 
Foi mais ou menos nessa etapa que aconteceu um fato que fez tudo desandar. Após a vitória sobre o Coritiba, na 15ª rodada, empolgadinho e com a certeza de que poderia fazer qualquer coisa no clube, Emerson Sheik protagonizou o gesto mais ridículo e deplorável da nossa história, o tal do selinho no seu amiguinho porco.
 
Um ato que simbolizou o que havia se tornado o Corinthians de Tite e Mário Gobbi. Um clube totalmente sem comando, sem comprometimento, sem respeito com a sua torcida e com a sua história e representatividade.
 
Ninguém tem o direito de tomar uma atitude individual quando se faz parte do coletivo. Sheik é um jogador do Corinthians, representa o clube e uma nação, e não pode achar que seus atos trazem consequências apenas para ele.
 
Ainda mais num meio onde existem sentimentos exarcebados, onde a paixão é o componente principal, responsável por tudo de bom e tudo de ruim que acontece nesse esporte.
 
Hoje vivemos a ditadura da boiolice. O fato de não ser contra algo não nos torna obrigatoriamente a favor. Então se alguém quiser me taxar de homofóbico que se foda, já estou de saco cheio disso.
 
Mas estou abordando esse assunto que tantos aborrecimentos nos trouxe, continua nos trazendo e com certeza gerou e vai continuar gerando muita violência, repito, graças a irresponsabilidade de alguém que se achou acima de tudo e de todos, porque o reflexo também foi imediato dentro de campo.
 
A instabilidade do próprio Sheik, expulso várias vezes após o episódio, a quebra da empatia com a torcida, justamente por esse ato, a provocação tanto dos jogadores quanto das torcidas adversárias, aliados ao esquema falido e falta de comando e honestidade do nosso treinador paneleiro, nos jogou nesse abismo sem fim.
 
Até o faditico selinho, foram 15 jogos, com 7 empates, 2 derrotas e 6 vitórias, com uma invencibilidade de 8 partidas, aproveitamento de 53% e o 4º lugar na tabela, apenas 4 pontos atrás do então líder Botafogo e 3 do hoje praticamente campeão Cruzeiro.
 
Logo após aquele ato insano jogamos 16 vezes pelo Brasileirão, com 7 empates, 6 derrotas e apenas 3 vitórias, 33% de aproveitamento, despencamos para o 12º lugar, a apenas 5 pontos da zona de rebaixamento, isso sem contar uma série de dados negativos, como o sufoco para passar pelo Luverdense, vários jogos sem vitórias e sem marcar gols e a desclassificação na copa do Brasil após derrota nos penaltis para o Grêmio.
 
Vão dizer que uma coisa não tem nada  a ver com a outra, mas tem sim amigos. Como falei, aquele ato ridículo simbolizou e escancarou no que o Corinthians havia se transformado. Um time sem comando, sem foco, sem comprometimento, onde o técnico paneleiro e sem coragem se tornou refém dos jogadores, muitos deles se achando os verdadeiros donos do clube.
 
E a falta de reação da diretoria após aquele episódio foi tão fatal quanto o gesto em si do Sheik. Deveria tê-lo censurado publicamente, tê-lo afastado e mostrado a todos que não se faz o que quer, que precisa haver respeito com a instituição Corinthians, com nossa camisa, nossa marca, nosso patrimônio.
 
A inércia de Gobbi e seu grupo de incompetentes diretores, entre eles o Roberto de Andrade que quer ser o próximo presidente, nos colocou nessa péssima condição, fez o clube perder totalmente o respeito, incentivando inclusive que um outro viadinho surgisse para nos esculachar criando torcida gay e fazendo a alegria da mídia anti-corinthiana.
 
Vamos ficar fora da Libertadores, perderemos milhões no próximo ano, e viveremos os próximos jogos desesperados com a possibilidade não remota de rebaixamento.
 
Tudo isso por causa de um time sem comando e sem planejamento, simbolizado por aquele selinho, do jogador que é o espelho do seu técnico.
 
E para mostrar o quanto é paneleiro e mal caracter, Tite mantém o sr. selinho, e continua o processo de fritura impiedosa do Pato, que foi burro, concordo, ao chutar o penalti daquela maneira e fazer a alegria do treinador, dando-lhe o seu próprio pescoço de bandeja.
 
Que no jogo de hoje o verdadeiro Corinthians entre em campo, aquele da Fiel, aquele que não admite jogador vagabundo e descomprometido, aquele que não aprova o selinho, e que honre o manto, coisa que não vem sendo feita.
 
E que façam isso até o fim do campeonato, não nos arrasem ainda mais, e no próximo ano vazem, puxados pela fila encabeçada pelo treineiro de araque.
 
Vaza Tite, Vaza Gobi... volta meu Corinthias!
 
Valeu!
 
VITÓRIA X CORINTHIANS
 
Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: 3 de novembro de 2013, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Assistentes: Carlos Jorge Titara da Rocha (AL) e Ricardo Bezerra Chianca (PE)

VITÓRIA: Wilson; Ayrton, Renato Santos, Luiz Gustavo e Juan; Marcelo e Cáceres; Marquinhos, Renato Cajá e Escudero; Dinei
Técnico: Ney Franco

CORINTHIANS: Walter; Edenílson, Gil, Paulo André e Alessandro; Ralf e Guilherme; Romarinho, Douglas e Emerson; Renato Augusto
Técnico: Tite

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Agir agora ou juntar os cacos depois. Acorda Gobbi, fora Tite já!!!



Nação,
 
Faz tempo que não escrevo aqui. O anti-futebol implementado pelo sr. Adenor tira o ânimo de qualquer um.
 
Mas a situação chegou num ponto insustentável, e se não vier aqui ao menos desabafar vou acabar enlouquecendo, como toda a Fiel está nesse momento.
 
O que a rainha da Inglaterra Mário Gobbi tem na cabeça que não toma a decisão que seu cargo exige? Vai esperar o barco afundar para contar os mortos?
 
O Sanchez publicou no seu twitter: “estamos brincando com fogo”!
 
Isso me dá um alento de que o maior presidente de clube da história desse país possa entrar lá na diretoria que ele elegeu e mandar o inoperante Gobbi tomar providências urgente!
 
E a primeira providência a ser tomada é a demissão do Tite. Algo que deveria ter sido feito após a humilhação sofrida para a lusinha.
 
Sanchez manteve o Tite por convicção. Gobbi o mantém apenas para fazer tipo, por covardia, por medo de tomar decisão.
 
A imprensa adora. Blindam o Tite porque sabe que com ele vamos para o buraco. E batem na tecla de “clube modelo” que não demite técnico. Nossa diretoria está presa a essa bobagem e não toma a decisão mais evidente do mundo, que é dispensar esse treineiro.
 
Estamos em pleno vôo e o piloto desmaiou… e o Gobbi tem o poder de colocar o co-piloto mas prefere deixar como está, na esperança que o piloto vai acordar a tempo de evitar que o avião se exploda nas montanhas…. mais alucinado que isso impossível.
 
Sanchez deu a letra… os demais conselheiros devem se unir e exigir a demissão do Tite. Corinthians não é propriedade particular de quem o preside, é um patrimônio do povo, pertence a sua torcida, e não podemos pactuar com esse festival de incompetência e omissão.
 
A torcida também precisa agir. Ainda anestesiados pela conquista da neurose? Não nascemos no dia 04/07/2012… nascemos 100 anos antes… esqueceram-se disso??
 
A Fiel que eu conheço, ou conhecia, não daria margem para um babaca se achar dono do clube só porque fez gol numa decisão e saísse dando selinho e humilhando a todos… agora até um outro filho da puta quer criar torcida gay tripudiando em cima da Gaviões… cade vocês porra?? se mexam também!!!
 
Tite não é homem… sua biografia prova isso… não sai de nenhum clube por cima… sempre deixa terra arrasada… e não tem coragem de reconhecer que é incapaz de resolver uma situação que ele mesmo criou…
 
Por isso outros tem que ter a coragem por ele. Demissão já… hoje… não tem mais porque esperar.
 
E na boa, a história mostra que contra a teimosia e disfaçatez só no amor não adianta… tá na hora da torcida voltar a ser aquela de sempre e colocar um calorzinho nessa diretoria!
 
Acorda Corinthians, antes que seja tarde!
 
Valeu!
 
GRÊMIO 1 x 0 CORINTHIANS

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 16 de outubro de 2013, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Clóvis Amaral da Silva (PE)
Público: 15.352 pagantes
Renda: R$ 454.454,00
Cartões amarelos: Adriano (Grêmio) e Cléber (Corinthians)
Gol: Barcos, aos quatro minutos do segundo tempo

GRÊMIO: Dida; Werley, Rhodolfo e Bressan (Maxi Rodríguez); Pará, Adriano, Ramiro, Souza e Alex Telles; Lucas Coelho (Paulinho) e Barcos (Saimon)
Técnico: Renato Gaúcho

CORINTHIANS: Cássio; Edenílson, Cleber, Gil e Igor (Jocinei); Ralf e Guilherme (Ibson); Diego Macedo (Rodriguinho), Douglas e Romarinho; Emerson
Técnico: Tite

segunda-feira, 20 de maio de 2013

# 27




CORINTHIANS
 
27 VEZES CAMPEÃO PAULISTA


SANTOS 1 X 1 CORINTHIANS

Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 19 de maio de 2013 (domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)

Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Danilo Ricardo Simon Manis
Cartões amarelos:Renê Júnior, Arouca (Santos); Fábio Santos, Edenílson, Cássio(Corinthians)
Público: 14.740 pessoas
Renda: R$ 876.000,00

Gols: SANTOS: Cícero, aos 26 minutos do primeiro tempo
CORINTHIANS: Danilo, aos 28 minutos do primeiro tempo

SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior (Patito Rodríguez), Arouca, Cícero e Felipe Anderson; Neymar e André (Miralles)
Técnico: Muricy Ramalho

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Romarinho (Alexandre Pato), Danilo e Emerson (Edenílson); Guerrero (Douglas)
Técnico: Tite

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Corinthians 1 x 1 Boca. Tentam nos ferir, mas só nos fortalecem!


Alguém de cabeça inchada aí?  Não, somos Corinthians, e isso só nos dá orgulho.

E ontem o orgulho foi ainda maior. Vimos o corinthianismo puro, em campo e nas arquibancadas.

Um time guerreiro, contra tudo e contra todos, lutando até o fim para buscar uma vitória, mesmo sabendo que isso seria impossível, pois nos foi negada desde o primeiro minuto de jogo.

Sim amigos. O que aconteceu ontem não foram erros de arbitragem. Foi roubo. Roubo explícito e encomendado. Não sairiamos classificados nem se o próprio São Jorge fizesse os gols. Amarilla foi designado para um papel e o cumpriu a risca.

Anulou 3 gols, não deu 2 penaltys e enervou nossos principais líderes com cartão amarelo. Deixou a catimba e a cera argentina correrem solta e não deu acréscimos. Conduziu a partida para fazer o resultado que seus patrões da Conmebol ordenaram, e agora devem estar orgulhosos pela escolha perfeita.
 
Mas tudo bem. Nos tiraram da Libertadores, mas não vão nos derrubar. Tentam nos ferir desde 1910, e a única coisa que conseguem é nos tornar ainda mais fortes.
 
Foi assim ao longo da nossa história. Foi assim quando nos mandaram para a série B e só nos agigantamos ainda mais. Será assim agora.
 
Mas para isso mudanças se tornam necessárias. Em primeiro lugar, precisa acabar a INTOCABILIDADE! Temos um grande elenco, de qualidade, com jogadores que querem e merecem seu espaço, e não podem continuar bloqueados por outros porque o técnico não tem coragem de mexer na equipe.
 
Merecebilidade, efetividade, jogabilidade, correbilidade... seja qual for o critério Titeniano, o fato é que ontem ficou provado, de forma derradeira, que Edenilson e Pato NÃO PODEM SER RESERVAS NESSA EQUIPE!
 
Emerson, Alessandro, Fábio Santos, Paulo André... jogadores importantes, tem nosso carinho e gratidão, mas precisam dar a vez. E quem tem que ver e promover isso é o TÉCNICO!
 
Também não adianta só trocar jogadores. Sempre digo que com a maturidade que esse time alcançou, com os valores individuais que possue, com a força de equipe que temos, precisamos ganhar as partidas na TÉCNICA e não só na TÁTICA. Não podemos ser obrigados a suar sangue em todos os jogos. Raça sempre, mas o futebol tem que prevalecer. E temos TIME e CAMISA e TORCIDA para isso.
 
Talvez não tenhamos TÉCNICO. Tudo bem, temos, mas ele PRECISA MUDAR.
 
Chega dessa PSICOSE TÁTICA.
 
Tite achou um modelo, foi elogiado e endeusado por isso, e agora NÃO QUER LARGÁ-LO.
 
Mas precisa. Tem que baixar a bolinha...
 
Os próprios jogadores não aguentam mais isso. Todos jogando fora de suas posições ideais, correndo feito malucos, marcando o campo todo.. calma lá professor!!
 
Não vamos abandonar a tática. Não vamos abrir mão da nossa aplicação, mas precisa flexibilizar, deixar cada jogador atuar mais de acordo com suas características. Atacante tem que atacar 80% do tempo, e não marcar, como tem acontecido. Meias precisam armar, e não serem laterais.
 
Estamos claramente subutilizando nossos jogadores, queimando talentos, em nome de uma PRISÃO TÁTICA que se mantém mais por VAIDADE do técnico do que por sua UTILIDADE.
 
E fora de campo também precisamos agir. A roubalheira de ontem foi só um capitulo de um filme de terror que tem acontecido há muitos anos, e que se nada for feito, só irá piorar.
 
A CBF e a FPF são controlados por inimigos declarados. Marin é bambi, um bandido, e Del Nero odeia o Corinthians, sobretudo agora que tem o Sanchez como rival. Temos que reagir. Se é guerra que querem, vamos dar a guerra a eles. MAS VAMOS AGIR COMO GUERREIROS e não como buchas de canhão, entendeu Gobbi?
 
Enfim, além de tudo isso, essa queda vai servir para levarmos os próximos campeonatos mais a sério. Começar pelo Paulistão, já no domingo, e consolidar com o Tetra da Copa do Brasil e o Hexa do Brasileirão.
 
O que não nos mata nos fortalece.
 
A reação da torcida ao fim do jogo demonstrou isso para todos. E não foi surpresa, não para quem é fiel. Foi apenas a essência do que é ser Corinthians, algo que só quem é sabe, e quem não é, pode xingar, se rasgar, mas no fim, tem que sentar e aplaudir.
 
Acordamos hoje maiores do que dormimos ontem.
 
Aqui é Corinthians porra!!
 
Valeu!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Hoje tem Corinthians x Boca. Hoje tem raça, suor e paixão... e vitória! Vai Corinthians!!

Nação,
 
Hoje tem Corinthians no Pacaembu,
 
Hoje tem raça, suor e paixão,
 
No jogo lá na bombonera, o Riquelme foi pro lado da soberba e arrogância, com objetivo de nos intimidar, e acabou dando certo, apesar do time não ter se encolhido não teve fibra pra matar o jogo e acabamos perdendo.

Agora no jogo de volta, na nossa casa, eles adotam o discurso da humildade, de jogar o favoritismo pro nosso lado, de encher de elogios. Estratégia pura...
 
Que o Corinthians não caia como um patinho de novo. Esse discurso agora é pra nos amolecer, e não podemos entrar em campo com o coração mole, com piedade.
 


TEMOS QUE ENTRAR RASGANDO, SANGUE NOS OLHOS O TEMPO TODO, FAZER 1, 2, 3, .... 10... compaixão ZERO!

Tenho medo quando técnicos adversários fazem esse tipo de discurso, porque o Adenor tende a se sensibilizar. Que isso não aconteça e seja o Tite maloqueiro campeão de tudo.

Que os jogadores lembrem do primeiro jogo, da arrogância do Riquelme e companhia e entrem para enfiar um saco...

Aí sim com certeza não só passaremos como será um atropelo.

Temos que ser aquele Corinthians que a história já consagrou. Aquele que o passado é uma bandeira e o presente é uma lição. Aquele que o futuro é a eternidade de glórias e paixão.
 
Aquele que não para nem com o sangue na camisa. Aquele que faz do grito da fiel sua pulsação em campo.
 
Da nossa parte, 30 milhões de corações e mentes ligados e mandando aquela energia que faz com que nosso amado Corinthians seja o único clube TODO PODEROSO do Mundo.

Vai Corinthians!!!
 
Valeu!
 
Corinthians x Boca Juniors
Pacaembu - SP - 15/05/2013 - 22:00hs
 
Corinthians: Cássio, Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Danilo, Romarinho e Emerson Sheik; Guerrero. Técnico: Tite
Boca Juniors: Orión, Marin, Caruzzo, Burdisso e Clemente Rodriguez; Erbes, Somoza, Erviti e Sanchez Miño; Riquelme; Blandi. Técnico: Carlos Bianchi

terça-feira, 12 de março de 2013

A decadência dos abutres!


Nação,

Quem acompanha o blog sabe que sou um crítico contumaz da nossa imprensa.

Não é uma questão de perseguição, e sim de percepção.

Percepção essa que é compartilhada por muitos, como no texto abaixo, extraído do site Observatório de Imprensa, e que recomendo a leitura.

Não confie em abutres, eles querem apenas destruir o seu cérebro.

Valeu!

A crise é do jornalismo

Por Luciano Martins Costa em 09/03/2013 na edição 736

Comentário para o programa radiofônico do Observatório da Imprensa, 8/3/2013

O declínio da imprensa tradicional não é um fenômeno exclusivo do Brasil. Mesmo que seus resultados não sejam desastrosos em uns poucos países onde algumas mudanças econômicas colocam na cena social novos protagonistas, ampliando o mercado, a imprensa é decadente por toda parte, e mais evidentemente onde ela contribuiu para construir sociedades mais democráticas.

Embora os analistas e observadores sejam levados a abordar essa questão a partir de pontos específicos, como a dificuldade dos meios tradicionais em se adaptar às novas tecnologias de informação e comunicação, há indícios para se afirmar que a crise da imprensa vai muito além do modelo de negócio.

Trata-se de uma crise do jornalismo, e basta uma pergunta básica: se o jornalismo é parte essencial da vida democrática, provendo a sociedade de informações que ajudam a formar a consciência da cidadania, pode-se dizer que a imprensa está cumprindo bem esse papel em algum lugar do mundo?
Antes que se diga que é impossível responder, de imediato, essa questão, podemos reduzi-la ao contexto mais próximo: a imprensa ajuda os brasileiros a construir um Brasil melhor?

Uma resposta, longa ou sucinta, exige algum paradigma: por exemplo, um país melhor teria uma população mais educada e menores índices de violência, para ficar em dois aspectos básicos das sociedades mais desenvolvidas. Um jornalismo de qualidade poderia contribuir para isso oferecendo conteúdos que convidassem – o ideal seria o verbo compelir – à reflexão. Para tanto, a imprensa precisaria se colocar como uma instituição aberta ao contraditório, o que justificaria seu papel de mediadora entre visões de mundo diversas ou divergentes.

O aprendizado da convivência democrática não se faz exclusivamente pela leitura de jornais ou pela audiência passiva de noticiários da televisão: ele se consolida nos relacionamentos sociais, onde são testadas as convicções e a capacidade de cada um de lidar com a diversidade de opiniões e interesses.

Nas sociedades arcaicas, onde as necessidades básicas de sobreviver e criar a prole limitavam ambições individuais, as opiniões eram harmonizadas pela figura do sacerdote. Na sociedade moderna, o sacerdote foi substituído pelos agentes da indústria cultural, que se movem basicamente pelo interesse econômico.

Alimentando radicais

Essa é uma das origens da submissão de todas as relações à questão econômica: embora pareça que a imprensa discute política, religião, futebol ou a moralidade pública, o que define cada opinião é a visão particular sobre como deve ser organizada a economia. Toda pauta jornalística é submetida a esse crivo central, e quanto mais urgente é a decisão editorial, mais reta essa linha entre o fato e a matriz ideológica que condiciona a interpretação.

Como a sociedade contemporânea projeta uma realidade mais complexa, essa visão condicionada a um eixo central se torna imprecisa e tende a distorcer a visão de mundo. Vejamos, por exemplo, como a imprensa viu o caso em que o disparo – eventualmente acidental – de um artefato naval de sinalização provocou a morte de um adolescente na cidade de Oruro, na Bolívia, durante uma partida de futebol.

Claramente, não apenas as reações dos analistas esportivos, mas os comentários de leitores e protagonistas das redes sociais formaram um conjunto assombroso de irracionalidades e radicalismos.

A imprensa em peso considerou que o ato foi premeditado. E ponto final. O fato em si ficou nas sombras – as opiniões se impuseram, impedindo qualquer reflexão mais elaborada e resultando numa condenação generalizada a todo torcedor de futebol – essa gentinha diferenciada que ulula nos estádios, diria uma senhora paulistana de Higienópolis.

O mesmo se pode observar sobre a morte do presidente venezuelano Hugo Chávez: parte da imprensa e muitos leitores descambaram para o achincalhe, esquecendo as mais básicas regras da convivência social. Até mesmo a morte do cantor Alexandre Abrão, conhecido como “Chorão” – ao que tudo indica provocada pelo abuso de drogas –, acaba sendo usada nesse contexto, no blog de um jornalista, que escreveu: “Chávez vai tarde, Chorão vai cedo”.

A imprensa estimula a radicalização na sociedade brasileira, simplesmente porque não consegue lidar com as sutilezas da realidade contemporânea. O resultado é mais irracionalidade.
Quando o jornalismo resvala para o aviltamento, não há mais jornalismo.

FONTE: OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_crise_e_do_jornalismo

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Tragédia nas alturas, terrorismo nos trópicos!

"É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito!"
Albert Einstein

Deve-se evitar toda "precipitação" e todo o " preconceito" ao se analisar um assunto e só ter por verdadeiro o que for claro e distinto.
René Descartes

"Um tolo instruído é mais tolo que um tolo ignorante."
Molière

"A maior de todas as ignorâncias é rejeitar uma coisa sobre a qual você nada sabe."
H. Jackson Brown


"A mentira deriva, em geral, do medo injustificado".
Textos judaicos

As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras
Friedrich Nietzsche

As grandes massas cairão mais facilmente numa grande mentira do que numa mentirinha.
Adolph Hitler

Há uma razão para a mentira: funciona.
Dr. House

Frases que ilustram o comportamento da nossa podre mídia e de tantos outros dementes diante da triste tragédia de Oruro. Para refletir!

Nação,

Não quero me alongar muito nesse assunto, que tanta tristeza e chateação trouxe a nós fiéis corinthianos, mas acho que não será possível.

Tristeza e consternação pela tragédia ocorrida, que vitimou uma vida humana, e que deixou a nação corinthiana em luto.

Chateação pela reação dos abutres, representados principalmente pela mídia anti-corinthiana, hipócrita e demagoga, e que se prestaram após esse triste acontecimento apenas a atacar o Corinthians e sua torcida, pouco ou nada preocupados com a efetiva justiça nesse caso.
 
Não querem saber de apurar os culpados. Não querem saber de correções para que novas tragédias não ocorram. Não querem saber da dor da família pela perda de um ente querido. Não querem saber se inocentes estão correndo risco de pagarem por um crime que não cometeram.
 
Não querem saber de nada.
 
Querem apenas o sangue corinthiano. Que apenas o Corinthians pague, que se foda de verde e amarelo.
 
Se esses abutres tivessem o dom divino da ressurreição, não usariam para trazer o garoto de volta, porque para eles essa tragédia foi oportuna, pois permitiu trazer de volta o sentimento que estava ocultado ultimamente, o anti-corinthianismo irracional e incurável. Estavam oculto pois eram obrigados a contar nossas glórias e intermináveis ações positivas, e isso para qualquer anti é o fim do mundo.
 
Dos torcedores irracionais é foda ver as reações doentias, violentas e carregadas de preconceitos. Mas infelizmente faz parte, está no contexto da irracionalidade clubística, principalmente de quem só se ocupa de odiar a paixão alheia. Mas de jornalistas, ditos profissionais, que tem o poder da palavra e a força de formar opiniões, destes se espera o mínimo de responsabilidade, bom senso e equilibrio para analisar uma questão tão relevante como essa.
 
Não foi o que vimos. Foram destes que partiram as maiores sandices. A cobertgura da Globo, mesmo com o tal padrão de qualidade, foi imperdoável. Os seus comentaristas na sua filial SPORTV pior ainda, destaque para o André Rizek, que tem se mostrado um perfeito mal carater e hipócrita, pra ficar só nessas duas características. O cara falou tanta bobagem, destilou tanto preconceito, que fica claro a má intenção nas suas ações. 
 
Os vermes Milton Neves e Flávio Prado cumpriram o papel de sempre. Os birnes e juquinhas da vida também. O diário bambi Lance, mesmo tentando fingir uma preocupação em ser justo, não deixou de seguir sua natureza, e as ordens de seus chefes, e criminalizaram o Corinthians o quanto puderam.
 
Por incrível que pareça um dos maiores antros de abutres, a ESPN foi a menos doentia, apesar de alguns de seus colunistas manterem o tom de massacre ao Corinthians e a fiel a todo custo, parte deles demonstraram incomum equilibrio, destaque, pasmem, para o Mauro Cézar.
 
Não queremos impunidade. Muito pelo contrário. Queremos punição. Mas para todos, inclusive o nosso amado Corinthians. Mas não da forma que está sendo feita. Não com esse ódio, radicalismo, criminalizando o clube e sua torcida e nos colocando como bodes espiatórios.
 
A crítica para a mídia vai na forma que eles abordaram inicialmente o ocorrido, e mesmo depois das imagens e dos vários acontecimentos mostrarem o contrário, não mudaram. Sustentam que foi uma ação deliberada, hostil e criminosa da torcida. Não foi, sabem que não foi, e não mudam.
 
Foi uma ação indevida, utilizando artefatos que não deveriam estar presentes no estádio, mas dos dois lados. E todos viram que na torcida do San José tinha muitos mais sinalizadores e fogos do que na torcida alvinegra, como mostra a foto abaixo:
 
Se as autoridades permitiram, elas devem ser cobradas. Se o clube mandante permitiu, ele deve ser punido. O torcedor deve ser identificado, e responder pelo seu ato, acidental ou não, mas que custou uma vida humana. E o Corinthians, mesmo sem culpa direta, também terá que pagar um preço.
 
Todos. Não apenas o Corinthians. E não da maneira covarde, preconceituosa, mentirosa e maldosa que está ocorrendo.
 
A própria mídia boliviana, o povo boliviano, traumatizados pela tragédia, começam a avaliar de forma mais abrangente, cobrando responsabilidade das autoridades locais e do clube mandante.
 
Já os abutres daqui insistem na sua sede insana pela condenação corinthiana. Mantem-se na mentira e na manipulação, pautada pelo ódio clubístico, pela inveja e pelo preconceito.
 
O clube foi punido e tem que se defender. Mas se tiver que cumprir a pena, que cumpra. A torcida estará sempre presente, dentro do Pacaembu ou fora, ou melhor, principalmente fora, representada pelos seus 30 milhões de apaixonados que continuarão a transmitir a força necessária para as conquistas.
 
Mas terá que cobrar a mesma postura da Conmebol com os outros envolvidos, e principalmente com os casos futuros que com certeza irão acontecer, esperamos que não com o mesmo final trágico.
 
E principalmente tem que traçar uma linha de atuação a curto, médio e longo prazo junto a mídia e as entidades que deveriam representá-lo, no caso Federação Paulista de Futebol- FPF e Confederação Brasileira de Futebol - CBF. Ganham dinheiro as nossas custas, deveriam ser parceiros, mas são inimigos. E isso não é algo que pode mais ser igonorado pelo clube.
 
Não estou pedindo retaliação. Mas um plano de ação, bem planejado, para que nossos interesses e direitos não sejam ultrajados como tem ocorrido sistematicamente, e de forma escandalosa nesse trágico acontecimento.
 
Como previa, acabei me alongando, mas ainda foi pouco diante de tantas bobagens e o linchamento que fomos submetidos nessa semana.
 
Precisava desabafar, como toda a Fiel. Mas a partir de agora esperar que a justiça seja feita, principalmente em relação ao pobre garoto que perdeu sua vida.
 
E vamos em frente, com nosso amor inabalável ao Timão, rumo a mais conquistas, para desespero dos abutres.
 
Valeu!