Nação,
O que eu falei no post anterior? Que jogaríamos contra um time que jogaria a vida, e que contava com dois ex-corinthianos, que usariam a oportunidade de aparecer como nunca.
E o que aconteceu? Dois a zero para o time nojento do Sport, gols de Arce e Wilson, dois ex-corinthianos, que nessas ocasiões crescem e muito.
Eu sei disso, toda a fiel sabe, mas incrivelmente, mais uma vez, o Corinthians não sabe.
Porque o time sempre é supreendido por ex jorgadores? Porque nunca temos um antídoto para a vontade feroz dos nossos adversários?
Não temos vontade de vencer? Não estamos nem aí?
É o que parece. Os jogadores, claro. Porque para nós, torcida, o sangue vem na garganta de tanta raiva de novamente fazer o nome de medíocres.
Podemos ter salvo o Sport. É bom conviver com isso?
Eles jogavam a vida, ok. Mas porque nós também não pensamos assim? Porque o time sempre entra em campo só para cumprir tabela?
Depois o Mano vem com discursinho de indignação. Mas ele preparou os caras para esse corpo mole, com a ajuda inestimável da diretoria. Planejamento tem que ser da cúpula. Jogador tem que jogar, com raça e vontade. Deixar na mão dos caras decidirem qual partida é importante e qual pode relaxar dá nisso.
Não poderíamos ter perdido hoje. Inadmissível. Não dá para continuar apoiando uma equipe sem brio, sem vontade, que não pensa na fiel na hora que entra em campo.
Se tinha jogador se poupando para o centenário, pode continuar se poupando, porque com certeza não estará aqui no ano que vem.
Aqui é Corinthians, não é lugar para mulambo folgado metido a boleiro. Aqui tem que soar sangue amigo.
E o Mano precisa se situar. Não está mais no Grêmio amigo. Pensa que nossa objetivo é conquistar vaga na Libertadores e tudo bem? Não, decididamente não. Queremos conquistar esse título, mas nossa história e nossa grandeza independe dele.
Nossa grandeza se sustenta na superação, na luta pela vitória em qualquer partida, em qualquer campeonato. Vestir o manto sagrado é o maior título que possa existir.
E para continuar vestindo tem que justificar. E lamento informar a vocês jogadores e ao Mano, mas a continuar dessa maneira, muito poucos de vocês estarão aqui no ano que vem.
Será que só com crise os caras entendem o que é Corinthians? Estamos na paz, mas continuamos sendo Corinthians. Aqui é diferente, aqui tem que ralar mesmo. Se só entendem na base do terror, então terão o terror.
Perguntaram para a gente se queríamos abandonar o campeonato? Decidiram sozinhos que por terem a Copa do Brasil estariam livre para desfilar o desânimo, sem serem incomodados.
Então decidam também não receber mais salários. Melhor, decidam ir ambora agora.
Felipe falha todo jogo. Queria sair na janela e não é homem de assumir. Vá embora cara, não precisamos de você.
E Marcelo Mattos, que nunca foi nada, voltou para que? Isso é planejamento? Deixar Cristian, André Santos e Douglas ir embora e repor com jogadores medíocres, e que voltaram porque não tinham mais aonde ir?
E o Mano, vai ficar tomando nó tático até quando? Vai ser medroso até quando? Porque o Edno não entrou de atacante? No meio, mais um prá tocar prá lá e prá cá sem objetivo?
Ah, não dá. Sinto muito nação, mas estou muito, mas muito revoltado.
Sou mano do Mano o cacete. Aliás, voltou a ser apenas Menezes. Se quiser voltar a ser Mano vai ter que soar sangue, no estilo da Fiel.
Acho que o recado tá dado. Queria pegar mais leve, mas não sou cronista esportivo, não sou jornalista hipócrita e medíocre. Falo o que vem na teia, e só me esforcei para brecar um pouco os palavrões.
Se bem que nem todo xingamento do mundo iria expressar a raiva que estou agora.
Vamos jogar bola. Aqui é Corinthians. Não é a casa da mãe Joana.
Sem valeu!
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domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Domingo é o dia da vingança contra o time sem vergonha!!
Amanhã estaremos em campo enfrentando o Sport, um dos times mais sem vergonha do futebol brasileiro.
Isso na análise da sua própria torcida, como ilustra a foto acima.
Um time que nos tirou, nos bastidores, o título da Copa do Brasil de 2008.
O fato é que estamos vendo um Corinthians nos últimos jogos que não é Corinthians. Foi um pouco contra o Gremio, o suficiente para vencer.
Mas nos outros jogos uma falta de vontade, um marasmo incompreensível pela grandeza do clube, e imperdoável, pois reflete uma enorme falta de respeito com a Fiel.
Essa postura valeu uma bronca do Mano, mas temos dúvidas se realmente transformou-se num corretivo definitivo, ou apenas serviu para aquela partida contra o Grêmio.
Abandonar o Brasileirão sob o pretexto de que estávamos longe na pontuação e por isso seria difícil a conquista é um argumento de uma fraqueza que não se sustenta. E de uma precipitação irresponsável, como a sequência do campeonato mostrou.
Se tivéssemos ganhado do Goias e Atlético Pr, duas partidas no Pacaembu diante de mais de 60 mil torcedores, estaríamos apenas a 6 pontos do líder, restando ainda 9 partidas e um confronto direto.
Ou seja, não foi por falta de chance de conquista que o grupo relaxou. O relaxamento veio por um planejamento mal feito, por parte da diretoria e do próprio Mano.
Porque vendemos jogadores importantes, e a reposição está sendo feita meio por acaso, com jogadores chegando porque não tinham mais contrato ou mercado no exterior, Marcelo Mattos como maior exemplo.
E os jogadores que ficaram precisam se enquadrar no planejamento do clube. Não pode chamar o Felipe, Elias, Chicão e Dentinho, dar aumento para os caras e eles continuarem de beicinho. Então é melhor mandar embora mesmo.
Parece que pelo ensaio de turbulência esses probleminhas também foram sanados. Veremos nas próximas partidas.
Partidas que devem ser encaradas com seriedade. E isso me preocupa, porque mesmo diante do início de crise, o próprio Mano que sentiu na pele o excesso de marasmo dos jogadores, parece não ter aprendido, ao sinalizar para o elenco que as férias podem ser antecipadas, por conta do planejamento do ano vem.
Ora, planejamento tem que ser feito pela diretoria e comissão técnica, sem envolver os jogadores. Eles apenas cumprem o estabelecido.
Já começar a partir de agora sinalizar para eles que basta fazer alguns pontinhos e depois estão liberados, os caras com certeza vão escolher qual partida devem jogar sério e qual apenas cumprirão tabela.
Isso é inadmissível, mas infelizmente é o que vai ocorrer, se o Mano continuar com essa postura.
Se quizer uma equipe comprometida, competitiva e respeitando as tradições do Corinthians, o Mano tem que tomar as rédeas de vez, treinar forte e exigir vitória a todo custo.
Principalmente no jogo de amanhã. A Copa do Brasil que nos foi tirada pode ser vingada, com uma vitória e o passaporte carimbado do timeco sem vergonha para a série B.
O jogo é difícil. O Sport joga sua sobrevivência, e vem reforçado de alguns jogadores que não vinham atuando nos últimos jogos. Entre esses jogadores, estão dois ex-corinthianos, o boliviano Arce, cheio de moral depois do partidaço que fez com a camisa da Bolívia contra o Brasil, e Wilson, atacante formado no terrão.
Como já é tradicional, contra o Corinthians todo mundo joga. A motivação de qualquer equipe é como se fosse uma final de copa do mundo. Então, teremos que igualar na vontade, porque os caras virão babando.
Do nosso lado, Ronaldo não joga. No seu lugar o Mano deve colocar o Edno. Opção mais sensata, já que os atacantes que seriam reservas imediatos, Souza e Bill, até poderiam jogar, mas para isso teriam que ser jogadores, e isso já provaram que não são. Servem para completar o time nos treinamentos, no máximo.
Por isso Edno tem que ser o atacante quando o gordo não puder jogar. E espero que ele entenda e incorpore isso. Tem que se livrar do complexo de time pequeno. Não está mais na portuguesa. Está num gigante e tem que se comportar como tal.
Esperamos isso dele e de todos os outros.
Tem que ser encarado como o jogo do campeonato. Não aceitaremos nada além da vitória.
Rebaixar o timeco é nossa obrigação.
E quem sabe depois ainda não dá para continuar sonhando com o milagre do título?
Se entregar jamais. Isso sim é algo impossível para a natureza corinthiana.
Valeu!
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