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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Sou campeão da Libertadores... invicto!

Nação,

Sem palavras.

Ainda sob a forte emoção de uma conquista histórica, um dos momentos mais lindos de nossa maravilhosa história.

Sem condições de descrever meu próprio sentimento, pior ainda fazer uma análise da partida e da nossa irretocável campanha.

Por isso fico por enquanto com o resumo feito pela nossa própria diretoria, fantástico por sinal, e com as imagens da festa que fiz com a família Fiel e minha família de fato, aí na foto com meu filhão, vibrando junto ao bando de loucos no Rio de Janeiro.

04 de julho de 2012 - Libertação corinthiana
Depois quando a ficha cair tento escrever mais algumas coisas.

Se bem que não há palavras nesse mundo que descreva o prazer e a alegria de torcer para esse clube maravilhoso, hoje e sempre.

Não precisamos de títulos para justificar nosso amor pelo Corinthians, mas lógico que ser campeão é bom pra caralho!

Invicto, sobre um argentino, maior temor dos brasileiros, e de quebra desmoronar o mundinho dos antis, não tem preço.

Vamos comemorar e muito, porque merecemos.

Aqui é Corinthians!

Valeu!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Corinthians 4 x 0 Grêmio Prudente. Líder!!

Nação,

Quem disse que protesto de torcida não traz resultado? Só a mídia podre para pensar isso. Graças ao sacode da torcida, as coisas mudaram no Corinthians, dentro e fora de campo, o técnico rompeu com a mediocridade e o time embalou. Falarei disso melhor em outro post. Por hora, vamos ficar com as mudanças dentro de campo que nos deram a liderança do Paulistão.

O retranqueiro e medroso Tite ainda não se transformou no rei da ofensividade, e seus conhecimentos sobre futebol não cresceram de uma hora para outra. Mas pela pressão sofrida, ele foi obrigado a ter a humildade de mudar, e de armar a equipe da forma que a torcida vinha pedindo, com um meia de armação e três atacantes atuando de fato como atacantes.

Isso ditou a diferença, mas vamos reconhecer, o peso maior mesmo vem da disposição dos jogadores, que era coisa rara antes da eliminação ridícula da Libertadores. 

E o fator de desequilíbrio atende por um nome: Liedson. O "Levezinho" tá foda, salvou a pele do Tite e de muitos jogadores. Sua presença faz toda a diferença, fazendo todo o time jogar novamente, coisa que não acontecia ultimamente com o Ronaldo em campo. O Fenômeno tem nossa eterna gratidão e admiração, mas a verdade é que ele estava atrapalhando, e muito.

Com o time voltando a ser Corinthians, a torcida volta a jogar junto, e aí essa combinação é perfeita. Futebol envolvente, de velocidade, que só poderia terminar em goleada mesmo.

Dois gols do Liedson, um golaço do Dentinho, deixando de ser "molequinho" em campo e voltando a ser jogador, e uma cobrança perfeita de penalty do Fábio Santos, que vai queimando a nossa língua, assim como o Morais, o que é algo maravilhoso. 

A melhor coisa que existe para o torcedor é isso, queimar a língua. Ninguém quer ver o time ir para o buraco só para poder dizer: "viu como eu tava certo". Não, o torcedor quer sempre o melhor para o time do coração, ainda mais o torcedor corinthiano.

Os protestos são frutos desse sentimento, desse desejo de ver as coisas melhorarem. E está trazendo resultados nítidos, em todos os níveis.

Como falei, voltando a ser Corinthians, não tem pra ninguém.

Líder, e rumo a mais uma conquista estadual invicta.

Será que os antis aguentam?

Valeu!

CORINTHIANS 4X0 GRÊMIO PRUDENTE
Julio Cesar; Alessandro, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Morais (Ramírez); Jorge Henrique (Bruno César), Dentinho (Edno) e Liedson.Márcio; Ângelo, Anderson Luís, Nino e Jadílson (Bruno Ribeiro); Alceu (Raí), Daniel, César Santiago, Alex Maranhão e Saldanha; Jandson (Adriano Silva).
Técnico: Tite.Técnico: Fábio Giuntini.
Gols: Fábio Santos, aos 13 (pênalti), Liedson, aos 20, e Dentinho, aos 29 minutos do primeiro tempo; Liedson, aos 42 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Nino, Daniel, César Santiago (PRU).
Público: 15.783 pagantes. Renda: R$ 515.723,50.
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP). Data: 26/2/2011. Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza. Auxiliares: Jumar Nunes Santos e Mauricio Helder Luiz Alexandrino


segunda-feira, 7 de junho de 2010

Paulo André salva a pátria no último minuto, garante empate do Timão e liderança durante a Copa!.

Nação,

Naqueles dias em que quase tudo dá errado, não perder é um grande negócio. Poderíamos ter goleado no Engenhão, mas ao final, o empate caiu do céu, e tem que ser muito comemorado.

Porque o mal que parecia curado apareceu de novo. Ou melhor, os males. Não matamos o jogo quando tínhamos o domínio, não jogamos nada no segundo tempo e o Mano voltou a ser o técnico que jogou uma Libertadores no lixo, com sua paixão por volantes e suas trocas de seis por meia dúzia.

No primeiro tempo, fomos o time dos últimos dois jogos. Tanto na formação, que foi a mesma, mas principalmente na disposição e qualidade de jogo. Bom toque de bola, jogadas em velocidade, adversário totalmente dominado. O gol era questão de tempo, e demorou muito a sair, tamanha era a nossa superioridade.

Num rápido contra ataque, Elias encontrou o novo maestro Bruno César, que confirmando sua categoria, deu um corte e tocou no canto. Um gol que parecia abrir caminho para mais uma vitória tranquila. E poderia ter acontecido ainda no primeiro tempo, mas a equipe preferiu voltar aos toques laterais ao invés de liquidar a partida.

Então, veio o segundo tempo. E como acontecia com frequência antes do jogo com os sardinhas, o time voltou sem a mesma energia. Talvez a saída do Dentinho tenha colaborado, já que o Defederico, tão pedido por todos nós, mais uma vez não disse a que veio. Ainda tenho esperanças no gringo, mas definitivamente ele precisa jogar mais, porque firula não leva ninguém a lugar nenhum.

Com dois minutos, um chute de longa distância do nosso ex-hermano Herrera, e no rebote, nenhum defensor corinthiano, dando o empate de mão beijada.

Aí começou o show do Mano Menezes. Show de horrores, trocando um volante pelo outro, e, como esperado, não trazendo nenhum efeito prático para a melhoria do futebol da equipe.

Primeiro Paulinho no lugar de Danilo. Se a idéia era deixar a equipe mais objetiva não funcionou.

A equipe tocava a bola, mas sem a mesma qualidade dos últimos jogos. E de forma burocrática, como nos velhos tempos. Desse jeito, somente em bola parada poderíamos chegar ao gol.

E veio a chance, numa falta frontal. Bruno César se posicionou para cobrar, e ele seria o mais indicado. Mas quem bateu foi rei Roberto Carlos. Dessa vez, sem realeza alguma. Mandou um míssel no meio da barreira, e, como falado no início, como estávamos num dia em que nada dava certo, a bola voltou e armou o contra-ataque do Botafogo, que num três contra um não desperdiçou e virou a partida.

Incrível a forma como a bola voltou da barreira, mas mais incrível ainda foi numa falta que seria batida direta praticamente todo o time estar dentro da área, deixando só o Paulo André no mano a mano com o ataque botafoguense.

Mano tentou dar mais ofensividade ao time, já que perdíamos a partida. Tirou o Ralf, um volante, e colocou quem?? Tcheco, outro volante. Brilhante!!

Lógico que não aconteceria mais nada. O Botafogo conseguia uma vitória sobre o líder, e por isso tratou de se segurar. E, com um monte de volantes em campo, não criávamos nada, e a única chance de empate seria de novo em uma bola parada.

E, numa ação direta dos deuses do futebol, que não permitiriam que a imunda mídia esportiva passasse o período da Copa criando crises no Parque São Jorge, um escanteio aos 47 minutos, e Defederico, no único lance bom que fez na partida, colocou na cabeça do Paulo André, empatando a partida e nos mantendo na liderança.

Um empate mágico, que temos que comemorar e muito, pois, como disse o Mano ao final, fizemos pouco por merecer.

Mas também não merecíamos perder a liderança e sermos massacrados pelos abutres de plantão.

Líder e invicto, e isso é que interessa.

Valeu!


BOTAFOGO 2 X 2 CORINTHIANS
Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos (Danny Morais), Fábio Ferreira e Marcelo Cordeiro; Leandro Guerreiro, Sandro Silva, Lucio Flavio (Felipe Lima) e Renato (Bruno); Caio e Herrera.Felipe, Jucilei, Paulo André, William e Roberto Carlos; Ralf (Tcheco), Elias, Danilo (Paulinho) e Bruno César; Dentinho (Defederico) e Iarley.
Técnico: Joel Santana.Técnico: Mano Menezes.
Gols: Bruno César, aos 30 minutos do primeiro tempo; Renato, aos 2, Lucio Flavio, aos 27, Paulo André, aos 47 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Danny Morais, Jefferson (Botafogo); Roberto Carlos, Paulo André (Corinthians). Público: 11.292 pagantes (14.267 presentes). Renda: R$ 222.170.
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa/RS). Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS). Julio César Rodrigues Santos (RS).

domingo, 3 de maio de 2009

É campeão!! Timão no topo. Imprensa e FPF no fundo do poço!!


É campeão.... É campeão....

Comemora Fiel!!!! O Coringão voltou... Coringão voltou..... oooooo....

O maior de todos, que nunca deixou de ser, agora volta de vez, fazendo aquilo que sempre marcou a sua história, que é conquistar títulos.

E prá humilhar os antis de plantão, um campeão digno da sua torcida, INVICTO e desfilando em campo o maior jogador dos últimos tempos.

Campeão invicto, um empate que poderia ser vitória se o time não fizesse tanta firula nos minutos finais.

Mas compreensivo. Porque assim como nós os jogadores também sentem. Sentiram ao longo do ano passado, e mesmo agora, a perseguição e a falta de respeito de pessoas que se dizem do futebol, mas são na verdade carniceiros que não deveriam nem ter o privilégio de ter um emprego.

Por isso aquela firula, como um cala a boca para críticos que se julgam conhecedores do esporte, e por isso se julgam acima do bem e do mal.

Triste é ver que essas pessoas influenciam inclusive aquelas que fazem parte do espetáculo, e que prestam a papéis deploráveis, como o técnico Wagner Mancini e o seu capanga Domingos.

Estivéssemos num país sério, e se o tal STJD não fosse apenas um circo, esses dois personagens pegariam penas pesadas e nos livrariam de sua presença fétida por um bom tempo.

Mas, acima de tudo e de todos, mas uma vez o Todo Poderoso mostrou toda a sua glória. Controlamos o jogo, e dominamos a arquibancada. Combinação precisa e infalível.

Uma comemoração linda nas arquibancadas, nas ruas de São Paulo e pelo Brasil afora, inclusive minha, que infelizmente estou longe, mas vibrei e muito assim mesmo.

A espectativa de ver essa magia se repetir em campo, com os jogadores estravazando e alucinando junta com a torcida.

Mas, de novo, aquelas pessoas que só vivem de difamar os jogadores, a torcida e o campeonato, nessa hora se acham donas da festa, e impedem os verdadeiros campeões de festejarem.

O Timão volta ao topo, e a imprensa vai de vez para o fundo do poço. O Mundo presenciou aquilo que sempre falamos: temos a pior imprensa esportiva do Planeta.

Centenas de jornalistas e afins invadem o gramado, feito selvagens, impedindo não só o festejo dos jogadores, como a transmissão para milhões de pessoas fora dali.

Fiquei triste de ver o Ronaldo ir para o túnel e não comemorar o seu primeiro título no seu país. Cheguei até a criticá-lo por alguns instantes.

Mas na sua entrevista ele marcou outro golaço. Falou aquilo que todos nós queríamos. Não mediu palavras para mostrar para todos os jornalistas presentes o quanto eles são primitivos, bárbaros.

Os mesmos jornalistas que adoram criticar qualquer atitude do torcedor.

E, ironicamente, no Rio de Janeiro, onde sempre foi praxe a invasão de um pelotão de jornalistas, desta vez transcorreu de forma pacífica e civilizada.

Ou seja, a imprensa paulista ficou péssima na foto.

E a FPF, que terminou o ano com briguinha com os bambis, mas cedendo tudo a eles, conseguiu o que faltava para tirar o zero.

O pódio que era para os jogadores tinha apenas o nosso capitão. Ministros, secretário de esporte, cartolas.... festejando um título que é dos jogadores, da comissão técnica, dos torcedores.

Não a toa os deuses do esporte castigaram, e por pouco o fogo não virou uma tragédia.

Enfim, hora de festa para nós, a Fiel, e hora de reflexão e ajustes para a essa imprensa podre e esses dirigentes medíocres que infestam o nosso futebol.

Corinthians, 26 vezes campeão paulista. Eternamente em nossos corações.

Valeu!