Nação,
O estádio do morumbi sempre foi neutro. Apesar de sempre sabermos que o proprietário era o bambi fc, isso ficava em segundo plano, sendo uma casa para todas as equipes paulistas.
Quantos clássicos assisti no morumbi. Vários com mais de 100 mil pessoas, emoção pura.
Mas a diretoria bambi, de uns anos para cá, resolveu quebrar esse tipo de relação amistosa, adotando uma postura de "dona" efetiva do panetone.
O ponto alto dessa atitude arrogante e mesquinha se dará agora, no próximo clássico, distribuindo apenas 10% da carga de ingressos para a Fiel.
Além de estúpida, essa atitude é perigosa, pois pode gerar conflitos e violência, uma vez que as gazelas do morumbi ficam muito machas quando estão em número superior, na proporção de 10 para 1.
Mas a Fiel nada teme e comparecerá em massa.
Com mais essa atitude, fica aqui para toda a população de São Paulo a desaprovação do panetone como palco paulista da Copa do Mundo de 2014.
Abaixo a nota oficial da nossa diretoria, lamentando mais essa atitude bambinesca.
Confira a íntegra da nota oficial
“É da tradição do futebol paulista a realização dos clássicos no estádio do Morumbi, notadamente Corinthians x São Paulo. Em todas as oportunidades, as torcidas tinham acesso ao local de jogo mediante apenas a aquisição do ingresso, sendo a divisão do espaço executada pelo policiamento. Surpreendentemente e abruptamente, nesta data, tomamos conhecimento que, aos torcedores do Corinthians, serão designados apenas 10% do total da carga de ingressos, rompendo, assim, antigo costume e por conseguinte a harmonia necessária que deve nortear a relação entre os clubes brasileiros, quiçá paulistas. Assim, só nos resta lamentar a desastrosa decisão da diretoria são-paulina, cujo raciocínio simplista e egoísta pode causar anomalias irreparáveis ao público esportista. Por derradeiro, cumpre informar que, doravante, mandaremos todos os nossos clássicos contra o São Paulo no estádio do Pacaembu, aplicando a mesma regra que nos é imposta neste momento. À torcida do Corinthians, orgulho e razão maior de nossa existência, a nossa solidariedade e o desagravo”.
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